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Como funcionam os cartões de fidelização com código QR

A maioria das pessoas lê hoje códigos QR sem pensar: ementas, parques de estacionamento, cacifos de encomendas. Essa familiaridade faz dos códigos QR uma boa escolha para cartões de fidelização. Este artigo explica como funciona um cartão de fidelização com código QR, onde supera as alternativas e a que deves estar atento.

Os códigos QR já são normais

Há uns anos, pedir aos clientes que lessem um código teria exigido uma explicação. Hoje, a maioria das câmaras de telemóvel lê códigos QR sem uma app adicional e as pessoas estão habituadas a lê-los em lojas e restaurantes.

Isso importa para os cartões de fidelização, porque cada passo extra no início faz perder gente. Se aderir é «apontar a câmara ao cartaz», mais clientes vão experimentar do que se for «procurar a nossa app na loja de apps».

Porque não uma app própria?

Alguns programas de fidelização exigem que os clientes descarreguem uma app, criem uma conta e iniciem sessão antes de juntarem um único carimbo. É pedir muito numa caixa com uma fila atrás, e muita gente vai dizer que não.

Um cartão com código QR dispensa a loja de apps. Com o RewardForge, o cliente lê o teu código, regista-se com um nome e um e-mail e o cartão abre no navegador. Mais tarde, se quiser, pode adicioná-lo ao ecrã inicial ou ao Google Wallet.

Quem lê quem

Há duas formas de gerir um cartão de fidelização com código QR. Na primeira, os clientes leem um código no teu balcão para carimbarem o próprio cartão. É rápido, mas qualquer pessoa pode fotografar o código e juntar carimbos a partir de casa.

Na segunda, que é a que o RewardForge usa, o cliente mostra um código no telemóvel e a tua equipa lê-o. O código expira ao fim de 10 segundos, por isso uma captura de ecrã não pode ser reutilizada, e cada carimbo é dado por alguém na caixa.

Porque serve os pequenos negócios

  • Sem equipamento: a equipa lê com os próprios telemóveis, por isso não há leitor nem tablet para comprar.
  • Quase toda a gente consegue usar: qualquer smartphone com câmara e navegador serve.
  • Compatível com Google Wallet: os clientes com Android podem guardar o cartão junto dos cartões do banco.
  • Menos papel: um cartaz impresso em vez de centenas de cartões.
  • Rápido na caixa: ler o código demora quase o mesmo que carimbar um cartão de papel.

A que deves estar atento

Os cartões de fidelização com código QR não são perfeitos. Há algumas coisas a prever:

  • Alguns clientes não têm smartphone ou não vão querer usá-lo. Decide se manténs uma opção em papel para eles.
  • Os telemóveis ficam sem bateria. A equipa pode encontrar o cliente na lista de clientes e ajustar os carimbos à mão.
  • Os sistemas de autoleitura, em que os clientes leem um código no balcão, convidam à batota. Os códigos lidos pela equipa evitam isso.
  • Um cartaz sozinho não vai inscrever muita gente. A equipa continua a ter de mencionar o cartão.

Vale a pena mudar?

Se a maioria dos teus clientes anda com smartphone e estás farto de cartões de papel perdidos e falsificados, vale a pena experimentar um cartão com código QR. Se os teus clientes preferem, na sua maioria, não usar o telemóvel, o papel pode continuar a servir-te melhor.

O RewardForge é gratuito durante 30 dias, por isso podes experimentar um cartão de fidelização com código QR com clientes reais antes de decidir.

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